
Os Antigos Egípcios foram o resultado de uma mistura das várias populações que se fixaram no Egipto ao longo dos tempos, oriundas do nordeste africano, da África Negra e da área semítica.
Até meados do século XX, por influência de uma visão eurocêntrica, considerava-se os antigos Egípcios praticamente como brancos; a partir dos anos 50 surgiram as teorias do "afro-
-centrismo".
Os Egípcios tinham consciência da sua alteridade (pressuposto básico de que todo o homem social interage e interdepende de outros indivíduos ) : nas representações artísticas dos túmulos os habitantes do vale do Nilo surgem com roupas de linho branco, enquanto que os seus vizinhos líbios e semitas com roupas de lã.
A língua dos Egípcios (hoje uma língua morta) é um ramo da família das línguas Afro-Asiáticas(camito-semíticas).
O número de habitantes do Antigo Egipto oscilou durante as diferentes épocas : Durante o período pré-dinástico (4500-3000 a.C.) a população rondaria os centenas de milhares; durante o Império Antigo (século XVII a XII a.C.) situar-se-ia nos dois milhões, atingindo os quatro milhões por altura do Império Novo. Quando o Egipto se tornou uma província romana a população deveria ser cerca de sete milhões.
Até meados do século XX, por influência de uma visão eurocêntrica, considerava-se os antigos Egípcios praticamente como brancos; a partir dos anos 50 surgiram as teorias do "afro-
-centrismo".
Os Egípcios tinham consciência da sua alteridade (pressuposto básico de que todo o homem social interage e interdepende de outros indivíduos ) : nas representações artísticas dos túmulos os habitantes do vale do Nilo surgem com roupas de linho branco, enquanto que os seus vizinhos líbios e semitas com roupas de lã.
A língua dos Egípcios (hoje uma língua morta) é um ramo da família das línguas Afro-Asiáticas(camito-semíticas).
O número de habitantes do Antigo Egipto oscilou durante as diferentes épocas : Durante o período pré-dinástico (4500-3000 a.C.) a população rondaria os centenas de milhares; durante o Império Antigo (século XVII a XII a.C.) situar-se-ia nos dois milhões, atingindo os quatro milhões por altura do Império Novo. Quando o Egipto se tornou uma província romana a população deveria ser cerca de sete milhões.
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