quinta-feira, 7 de maio de 2009

As classes sociais do Antigo Egipto




As classes sociais:


No topo da pirâmide vem o faraó, com poderes ilimitados , pois ele era visto como pessoa sagrada, divina, e aceite como filho de deus ou como o próprio deus. Chama-se a este tipo de governo teocrático, isto é, governo em nome de deus.


O Faraó :

Era um rei todo-poderoso, proprietário de todo o território. Os campos, os desertos, as minas, os rios, os homens, as mulheres, o gado e todos os animais – tudo lhe pertencia. Ele era ao mesmo tempo rei, juiz, sacerdote, tesoureiro, general. Era ele que decidia e dirigia tudo, mas, não podendo estar em todos os lugares, distribuía obrigações para centenas de funcionários que o auxiliavam na administração do Egipto.

Os sacerdotes:

Tinham enorme prestígio e poder, tanto espiritual como material, pois administrava as riquezas e os bens dos grandes e ricos templos.


Os altos funcionários:


O mais importante era o vizir, responsável pela administração do império. Ele controlava a arrecadação de impostos, chefiava a policia, fiscalizava as construções e as obras públicas, além de pertencer ao mais alto tribunal de justiça e ser o comandante-em-chefe das tropas.


Os monarcas:

Eram administradores das províncias ou nomos. Assumiam funções importantes nas suas províncias, como as de juízes e chefe político e militar, mas estavam subordinados ao poder de faraó.

Os guerreiros:

Defendiam o reino e auxiliavam na manutenção de paz. Eram respeitados pelo faraó e pela sociedade. Tinham direito a vários benefícios, o que lhes garantia prestigio e riquezas.

Os escribas:

Provenientes das famílias ricas e poderosas, aprendiam a ler e a escrever e dedicavam-se a registar, documentar e contabilizar documentos e actividades da vida no Egito.

Os artesãos e os comerciantes:

Os artesãos trabalhavam especialmente para os reis, para a nobreza e para os templos. Faziam belas peças de adorno, utensílios, estatuetas, máscaras funerárias. Travalhavam muito bem com madeira, cobre, bronze, ferro, ouro e marfim.


Os comerciantes dedicavam-se ao comércio em nome dos reis e nobres ou em nome próprio, comprando, vendendo ou trocando produtos com outros povos, como cretenses, fenícios, povos da Somália, da Síria, da Núbia, entre tantos outros. O comércio forçou a construção de grandes barcos cargueiros.

Os camponeses:


Formavam a maior parte da população. Os trabalhos dos campos eram organizados e controlados pelos funcionários do faraó, pois todas terras eram do governo. As enchentes, os trabalhos de irrigação, semeadura, colheita, armazenamento dos grãos originavam trabalhos pesados e mal remunerados. O pagamento geralmente era feito com uma pequena parte dos produtos colhidos apenas o suficiente para sobreviverem. Viviam em cabanas humildes e vestiam-se de maneira muito simples. Os camponeses prestavam serviços também nas terras dos nobres e nos templos. À custa da pobreza dos camponeses eram cultivados cevada, trigo, lentilhas, árvores frutíferas e videiras. Faziam pão, cerveja e vinho.

Os escravos:

Eram, na maioria, perseguidos entre os vencidos nas guerras. Foram duramente forçados ao trabalho nas grandes construções, como as pirâmides, por exemplo. Os escravos eram minoria.





7 comentários:

  1. Gostei muito mas eu acho que cometeram um erro que é muito grave! desculpa se estou errada masacho que escreveram erraddo

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  2. eu so quero um ex: disso senao eu tiro (0) e ainda nao vou poder fazer teatro!

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  3. eu so quero um ex: disso senao eu tiro (0) e ainda nao vou poder fazer teatro!

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  4. Olha meu nome é Manuelly e eu achei muito legal o seu texto informativo.
    Só que você usou palavras muito erradas e um pouco sem a ver com o tópico pedido.
    Sou prof. de História e tenho dois filhos a Maristely e o Henry Júnior,eu queria mostrar para eles a história dos egípicios.
    Mas ele acabaram não entendendo muito...

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    1. Só para deixar claro eu usei o GOOGLE+ da minha sobrinha..rsrsrs

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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